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Haste De Uma Flor

"Não te acostumes com o que não te faz feliz, revolta-te quando julgares necessário. Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela."

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Amo-me numa escala imaginária

O que há para escrever? O que há para falar? O que há para tomar uma ação? Não há nada. Só existem emoções. Sobre essas sei eu bem escrever, falar e tomar ações. Dentro de mim, não sei ao certo onde, mas algures cá dentro sinto as minhas emoções. Sinto-as como sinto a minha pele, os meus olhos, o meu corpo no geral e tudo o que dele faz parte. Sinto que estão constantemente a mudar. Não sei ao certo o que as faz mudar mas julgo que sejam influenciadas pelo exterior que me rodeia. Tudo o que me rodeia determina que emoção me vai tomar por completa. É sempre assim. É mais um daqueles ciclos viciosos. Ultimamente ando sempre alternada entre duas grandes emoções, não sei descrevê-las ou achar um nome para lhes dar mas sei como são e o que as influência. A minha auto-estima. Essa tanto anda a zeros como a altos níveis. Nunca se decide. Assim também as minhas emoções são indecisas. Como é suposto ter a certeza delas? Não é, suponho eu. Tudo o que eu sou baseia-se em amar-me a mim mesma. Auto-estima. É isso mesmo. E há momentos em que a consigo deixar a níveis tão altos que rebento esta escala imaginária. Há momentos em que sou eu simplesmente. Consigo ser eu mesma. Sem medos, sem nada. Apenas eu. Amo-me. Disso eu irei ter sempre a certeza. Agora quando a auto-estima me baixa a níveis nulos... Aí já eu não tenho a certeza de nada, começo a ser eu numa maneira que não sou bem eu. Fico tão em baixo como eu nunca imaginei poder ficar. Mas a mente é algo maravilhoso. Em momentos assim basta mentalizar-me de que eu sou eu. Não posso duvidar disso. E eu amo-me. E a escala imaginária rebenta.

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