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Haste De Uma Flor

"Não te acostumes com o que não te faz feliz, revolta-te quando julgares necessário. Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela."

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Voltas inesperadas

Realmente é verdade, só aprendemos da pior maneira. Confiança. Acho que só agora é que percebi que não podemos nunca ter a certeza se devemos confiar em alguém ou não. A vida dá voltas e desta eu não estava à espera. É para isso que cá estou, ser surpreendida, aprender. Ensinaste-me a confiar e a perder a confiança. Irónico não é? Basta uma única pessoa em que te depositas-te quebrar a tua cega deposição para tu já não quereres voltar a fazer o mesmo. Já não volto a ser ingénua, é preciso ver as como elas são e tu já não me as mostravas com clareza. Fazes todos os anos parecerem só segundos, esses que não valem de muito. Talvez o desconhecido seja mais apto para ti mas acreditava mesmo que eu, o conhecido, é que era o certo para ti. Voltas e voltas mas parece que continuo sempre no mesmo lugar. Talvez precisava mesmo de um abrir de olhos, talvez estava tão cega que não enxergava a vida como ela o é, frágil, fácil de manusear. Conseguiste manusear a minha mas também me deste controlo dela. Acredito que todos merecem infinitas oportunidades mas a tua quota chegou ao fim. Custa, não o nego, porém às vezes para realmente vermos o verdadeiro potencial é preciso cortar alguns laços. Isto sou eu a cortar o meu contigo. Afinal de contas a vida dá voltas e por esta eu não estava à espera.

São só detalhes

A vida é difícil mas sabem o que é mais difícil? Eu. É difícil lidar com uma mente como a minha todos os dias. É difícil continuar a tentar superar cada obstáculo que ela me impõe. É tudo psicológico, é tudo pior. Como lutar contra a tua própria consciência? Ninguém te treina para isso, não aprendes com erros ou lições do dia a dia. É a tal folha em branco que precisas de aprender a preencher e eu já não sei como me ensinar. Ser perfeccionista amplifica tudo ainda mais, é como se não existissem detalhes porque está sempre uma lupa a incidir neles que os torna tão grandes como tudo o resto. É com o que eu lido todos os dias em que me levanto, me deito. É mergulhar num vazio cheio de detalhes que me consomem. Porém eu tenho de voltar à superfície. Mergulhar e lá ficar não é opção. Afinal de contas tenho de viver porque sem isso não sou nada. Sou só os detalhes que me aterrorizam. Quero ser mais, eu juro que quero. Trabalho todos os dias para isso. Não deixa é de ser difícil. Quando olhas para alguém como olham para mim, não reparas nesse vazio em que mergulhamos nos seus olhos? Se me dizem que não é porque estão a mentir ou não estão realmente a ver. O mais difícil é acreditar que não sou única, não sou apenas eu que lido com um subconsciente instável. Somos todos nós. Seja com detalhes microscópicos ou não, estão sempre lá. Eu só lhes dou mais importância do que eles necessitam. Se ao menos... se ao menos.

A história do eu

Eu vejo, faço, descubro, sinto. Eu tento, desisto, recomeço, digo. Eu { }. Eu infinitas vezes. Eu agora, daqui a pouco, futuramente. Eu deslumbro, imagino, ouço, vivo. Eu relembro, guardo, disperso, acordo. Vejo o sorriso da minha mãe quando a maré da vida está em seu favor. Faço promessas que acabo por não cumprir. Descubro pequenas coisas que geram o meu conhecimento. Sinto o impacto das ondas {do mar} com o meu corpo. Tento ser sempre uma versão melhor de mim mesma. Desisto da negatividade que me arrasta como o vento o faz à areia. Recomeço a leitura do meu livro favorito, prazer momentâneo. Digo que vai ficar tudo bem, que é a vida, que tudo passa. { }. Infinitas vezes. Agora, daqui a pouco, futuramente. Deslumbro o brilho nos olhos de um estranho quando o sol de fim de tarde incide neles. Imagino o universo, as galáxias fora do meu alcance. Ouço o chilrear dos passarinhos, que sai das árvores, quando me debruço na varanda. Vivo o instante. Relembro o que é ser criança. Guardo a memória do meu avô num cofre de ouro protegido do agora e do além. Disperso as minhas ideias com o intuito de as cultivar como as sementes se dispersam com o vento e se cultivam. Acordo, olho para a janela e começa o meu dia.

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