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Haste De Uma Flor

"Não te acostumes com o que não te faz feliz, revolta-te quando julgares necessário. Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela."

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Sonho ou pesadelo?

Queria escrever. Queria escrever a alguém. Não sei se será do ambiente gerado hoje, pelo motivo óbvio, se sou mesmo eu que me permiti sentir carente. Talvez uma mistura dos dois. O que é verdade é que eu ando a ter uns sonhos, não sei se os meta na categoria de pesadelos ou não, muito (muito) estranhos. Tão estranhos que fico dias a pensar neles e na sensação que me deram. São os que eu mais quero esquecer que se prendem à minha memória. É como tudo na vida, o que mais queremos deixar é o que mais se pega a nós. Este fim de semana iniciei e terminei a leitura do livro "Tudo é e não é" de Manuel Alegre. Fiquei completamente apaixonada e extremamente intrigada com o desenrolar da história. Muito resumidamente fala sobre sonhos. Sonhos repetitivos, cansativos e com vários significados. Sonhos dentro de sonhos. E o que é certo é que me entreguei de tal forma à leitura que eu mesma comecei a ter sonhos assim. Não era a história (do sonho) que se repetia mas sim o sentimento que eu senti. Para ser completamente honesta nunca tinha sentido tal coisa, não sei as palavras corretas para poder descrever tal emoção. Porém faz com que eu acorde a querer permanecer naquele sonho para sempre, era uma boa sensação. Mas ao despertar faz-me sentir um vazio, algo que a torna uma má sensação. Um vazio que não consigo preencher. Um sonho tão pequeno mas com tão grande impacto sobre mim. Daí o eu querer esquecer. É agradável ter estes sonhos? Sim, até os poderia ter todas as noites se não fosse pelo simples facto de me deixar desamparada quando acordo. De todos os sonhos que poderia esquecer foi logo este que quis permanecer. E o seu significado qual será?

Bocados

Escrevo sempre com um largo período de tempo entre os textos. Raramente escrevo dois ou mais por mês e se o fizer a maioria continua no memorando do meu telemóvel. Saudade. Palavra forte. E na minha opinião, um bocado como o amor, cada um a descreve da maneira que a experiencia. Existem dois tipos de saudades. Existe a boa e existe a má. Um pouco como o anjo e o diabo. Aquela saudade de quando olhamos para memórias antigas e ficamos a pensar nelas o resto do dia eu meto na categoria dos anjos. São essas que nos dão aqueles grandes desejos, que nos consomem, de poder voltar atrás no tempo e reviver uma data de momentos. Desse género não me importo eu de ter (talvez só um bocadinho). As da categoria do diabo são aquelas saudades que nos agoniam a alma, são as más lembranças, saudades do que nunca mais poderemos ter, como pessoas que partiram. Essas deixam-me em cacos. (In)felizmente poucos foram os casos em que senti essas. Cinco minutos antes de começar a escrever para aqui estas palavras estive de volta de fotografias de dois mil e quinze. Foi o melhor ano da minha vida. Posso afirmar isso com muita (mas muita) clareza. A vida era mais simples, os problemas eram menos e consequentemente a felicidade era maior. Saudade. É só o que me passa pela cabeça. Aquela de querermos dar bocadinhos disto e daquilo para podermos voltar atrás. Só por um simples minuto. E cá continuo eu, a estudar para mais um rigoroso teste de avaliação de matemática e a fazer uma pausa para escrever uns quantos bocados de palavras.

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