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Haste De Uma Flor

"Não te acostumes com o que não te faz feliz, revolta-te quando julgares necessário. Enche o teu coração de esperança, mas não deixes que ele se afogue nela."

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Um conto de fadas (ou de bruxas)

Não é fácil ser alguém que se apaixone rápido, não é mesmo. Tenho uma amiga que é uma dessas pessoas e já conheci um rapaz também. A minha amiga, como que por coincidência, conheceu de à uns tempos para cá umas raparigas, cada uma diferente da outra mas cada uma com o seu próprio charme, aquele charme de quem te vai partir o coração. Ora sendo a minha amiga uma pessoa que fácilmente se apaixona teve o seu coração despedaçado por cada uma dessas raparigas e tem sido difícil para ela encontrar a pessoa ideal no meio de tanta decepção. À pouco mais de um mês conheceu a sua possível cara metade, alguém que passou pelo mesmo que ela e têm vindo a dar-se bem e a evoluir imenso mas tal não é a ironia que a rapariga que teve o seu coração partido antes está prestes a despedaçar o da minha amiga? Eu queria evitá-lo mas como? É o que acontece quando depositamos o nosso todo em alguém e nos retribuem com nada. Não consigo imaginar passar por isso. Em relação ao rapaz... bem, esse parti-lhe eu o coração, nesta história sou eu a bruxa má, a que fica despedaçada por ver o coração da sua amiga ser partido mas que também partiu o coração do tal rapaz. Tal não é a ironia que aqui circula. Eu nunca fui segura dos meus sentimentos mas esse rapaz fez-me sentir segura deles mas como se diz "tudo o que é bom nunca dura para sempre" e eu fiz a única coisa que não era esperada de mim. O que eu percebi no fim de tudo foi que eu não tinha sido a única a fazer algo do género ao tal rapaz e por isso senti-me culpada, mas como é que iria ele acreditar que o problema não era ele mas sim eu depois de ter mais uma vez o seu coração partido? Esse é o problema de quem se apaixona rapidamente: acabam sempre por sair magoados. Ou não.

Incógnita

Imagino mil e um cenários na minha cabeça de como será quando me encontrar por acaso contigo no futuro. Será que te devo cumprimentar? Devo passar ao lado como se nunca tivesse conhecido a pessoa que és? Ou será que te irei sequer reconhecer? São mil e uma hipóteses que me assustam e têm esse efeito em mim porque eu sei o que fiz. Ou não. Foste aquela pessoa com quem eu nunca me cansava de falar, apesar de nunca te o ter dito como devia; foste aquela pessoa, a única, a quem eu conseguia falar minimamente abertamente sobre tudo; foste aquela pessoa que me fez perceber a mim mesma um bocadinho mais; foste aquela pessoa que me fez crescer quando eu pensava que não precisava mais; foste a pessoa que me deixava sem resposta e com sentimentos confusos; foste a única pessoa a quem alguma vez fiz o que fiz e disse o que disse apesar de duvidares tanto. E nunca soubeste disso. Nunca te o disse e nunca irás ouvir isso vindo de mim. E eu? Eu fui a pessoa que vezes sem conta duvidei dos meus sentimentos; a pessoa que vezes sem conta mudava a maneira como te via; a pessoa que te magoou e te fez duvidar mais na hipótese de encontrares a pessoa ideal para ti; fui a pessoa que errou contigo quando só fazias o que era certo para mim. Vezes sem conta voltavas sempre, mesmo quando te dava para trás em momentos de "loucura". E agora? Agora nem sei o que fomos, o que somos sequer. Agora não sinto nada, nem o sentir nem o não sentir, já não tenho opinião quando tu és o assunto que vem à tona. Tenho noção do que fiz e do que não fiz e de tudo o que fizeste por mim. Agora diz-me, quando me encontrar contigo por acaso no futuro o que devo fazer?

Onde está o botão?

Sinto que não tenho tempo suficiente. Está a esgotar-se, a cada minuto que passa. Sinto-me a sufocar sem aproveitar cada segundo. Espero que isso mude. Espero mudar isso. Este será o meu último verão, o último que poderei mesmo viver e não estudar ou trabalhar, o último em que posso aproveitar ao máximo e não estou a tirar o máximo dele. Pelo menos ainda não. 2 meses. É o tempo que tenho restante até mais preocupações e problemas se acumulem junto aos restantes. O tempo está a passar mais rápido do que o normal, a passar-me mesmo à frente e eu sem controlo sobre ele. Porque é que não mudo isso? É suposto transformarmos o que nos torna infelizes em algo que trás felicidade e eu não o faço. Porquê? Estou a cada minuto que passa a descambar e tudo o que escrevo só já trás bocadinhos de insatisfação e "tristeza". Quero voltar a ser energética e não estar cansada 24/7, quero ter o corpo que costumava ter devido ao exercício físico e não o que agora tenho devido à comida a mais, quero voltar a ter ambições e um propósito para o qual viver. Quero voltar a ser eu e encontrar o botão que puxei para mudar porque no meio de tanta confusão acho que o perdi.

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